A cidade é o pólo de atracção de um conjunto de populações rurais que vivem em pequenas aldeias e aglomerados serranos, de que ainda restam importantes presenças no território. A articulação entre as populações rurais e a população da cidade pode ser implementada: nas aldeias, mantêm-se activadas agrícolas que importa valorizar à luz da qualificação dos produtos de marca (queijos e enchidos, sobretudo), bem como tradições artesanais que vale a pena manter e divulgar (cestos, ferragens, campainhas de bronze, mobiliário). Existem, ainda, hábitos de ocupação dos tempos livres, como festas e jogos populares, que merecem ser preservados como património cultural vivo da região.
MENINO DA RUA
Lejoracos
Mãos frias de vento
Sózinho
Sem um carinho
Sem um lamento
Com alma branca e nua
Menino da Rua
Espelho sem vida
sem dor
Coração profundo
sem amor
Pelo mundo...
Vou comprar-te um sorriso...
no firmamento
Voar num carinho...
do pensamento
Cobrir-te com um raio de sol
um manto de lua
Para que sejas feliz boa semana .beijinho
Obrigada por quererem ser nossos amigos! Agradecemos o convite mas pedimos que nos ajudem de verdade e que não nos vejam apenas como mais um número do vosso perfil. Nós estamos num CANIL MUNICIPAL! Nós somos ABATIDOS se ninguém nos adoptar! A grande maioria de nós é ainda jovem, sem doenças e apenas precisa de uma segunda oportunidade. POR FAVOR, falem de nós, mostrem as nossas fotos, venham conhecer-nos e verificar como somos simpáticos e como fomos tão injustamente traídos pelos “humanos” que um dia vimos como heróis, como melhores amigos, aqueles por quem dávamos a vida… eram os nossos “donos” que sem razão válida, desistiram de nós e entregaram no Canil ou deixaram por aí ao abandono. Por pouco que façam, façam alguma coisa! FALEM DE NÓS! E não se esqueçam de gritar bem alto que um animal é para a vida e é ser muito mau carácter desistir dele sem uma razão mto mto forte. Chleps! «Nunca duvide de que um pequeno grupo de cidadãos preocupados e determinados pode mudar o mundo. De facto, é só isso que o tem mudado.» - Margaret Mead, antropóloga.